Carnaval
Porteño,
has
vuelto
a
los
barrios...
al
son
de
alegres
comparsas
y
murgas...
las
penas
se
olvidan,
se
mezclan
con
brillos
de
lentejuelas,
que
centellean
en
mil
¡uces
de
colores...
donde
alegres
trovadores
cantan
o
estrafalarios
caballeros
de
frac
y
levita
bailan...
al
son
de
los
tambores,
mezclados
entre
papel
picado,
espuma
en
aerosol
y
serpentinas...
danzan
un
arlequin
y
una
colombina.
Atrás
quedó
el
juego
con
baldes
y
guerra
de
agua
entre
vecinos,
los
bailes
en
el
club
de
barrio
y
el
lanza
perfumes...
todo
eso
ya
ha
pasado,
el
tiempo
ha
cambiado,
pero
la
esencia
del
carnaval
por
más
que
pretendan
matarlo
jamas
morirá!..
y
en
alguna
esquina
siempre
se
oirá
con
nostalgia...
un
tango
o
una
milonga..
en
mi
viejo
Buenos
Aires.
ROSENNA
(Português)
Carnaval
portenho,
voltou
aos
bairros...
ao
som
de
alegres
comparsas
e
grupos...
as
penas
se
esquecem,
misturam-se
com
brilhos
de
lantejoulas,
que
centelham
em
mil
luzes
de
cores...
onde
alegres
trovadores
cantam
e
extravagantes
cabaleiros
de
fraque
e
chapéu
dançam...
ao
som
dos
tambores,
misturados
no
meio
de
papel
picado,
espuma
envasada
e
serpentinas...
dançam
um
arlequim
e
uma
colombina.
Atrás
ficou
o
jogo
com
tachos
e
guerra
de
água
entre
vizinhos,
as
danças
no
clube
de
bairro
e
o
lança
perfume...
tudo
isso
já
tem
passado,
o
tempo
tem
cambiado,
mas
a
essência
do
carnaval
por
mais
que
pretendam
matá-lo
jamais
morrerá!..
e
em
alguma
esquina
sempre
se
ouvirá
com
nostalgia...
um
tango
ou
uma
milonga...
em
meu
velho
Buenos
Aires.
ROSENNA
|
|