Te traen marinos caminos, florecen las madréporas,
retomas alforjas de vida dejadas de lado por amar...
blancas manos deshilando poesías, pétalos caen.. miro al naciente y veo tu sonrisa iluminada por volver...

Balcones de blanco ñandutí hace poco dejaste...
navegando con tu musa a distantes lares,
con tristeza dijiste adiós a tu Asunción juvenil,
tu corazón anclaste en otros mares.


Saladas lagrimas dejo el mar pasar ...
ofrendas en letras por tanto amar...
retorna Selene de mano a la poeta ...,
su luz se hace estrella que guía en alta mar.

Tu poesía vuelve a lucir al pie de un altar,
al que llegas con un bagaje de versos e ilusiones,
atravesando sendas que jamás soñaste andar,
para albergarlos en todos los corazones.


No puede azulado mar llevarte sin poetar
serás siempre la ninfa inspiradora
de hombres que no pudieron jamás besar,
la asunceña dulce y melodiosa al hablar...

Triunfante por nuevos rumbos,
que sembraras de amor, jazmines y rosas,
como la señora y poeta que eres llegaras...
endulzando los oídos y acariciando flores de seda


serás por siempre Dama grande de la poesía
Latinoamérica tu hogar ...,la brisa perfumada te trae..
hoy desde esta tierra de mis entrañas,
feliz llamamos tu nombre ¡ NINFA DUARTE ¡ siempre estás
!

Marcelo Romano & Rosenna


português Rosenna

 



Te trazem marinhos caminhos, florescem as madréporas,
retomas alforjas de vida deixadas de lado por amar...
brancas mãos desfiando poesias, pétalas caem...
miro ao nascente e teu sorriso alumiado por volver...


Varandas de branca renda faz pouco deixaste...
navegando com tua musa para distantes lares,
com tristeza disseste adeus a tua Assunção juvenil,
teu coração ancoraste em outros mares.


Salgadas lágrimas deixou o mar passar ...
oferendas em letras por tanto amar...
retorna Selene de mão à poeta ...
sua luz se faz estrela que guia em alta mar.

Tua poesia volta para luzir ao pé de um altar,
ao que chegas com uma bagagem de versos e ilusões,
atravessando sendas que jamais sonhaste andar,
para albergá-los em todos os corações.

Não pode azulado mar levar-te sem poetar
seras sempre a ninfa inspiradora
de homens que não puderam jamais beijar,
a asunceña* doce e melodiosa ao falar...

Triunfante por novos rumbos,
que semearas de amor, jasmins e rosas,
como a senhora e poeta que és chegaras...
adoçando os ouvidos e acariciando flores de seda

Seras por sempre Dama grande da poesia
Latinoamérica teu lar ...a brisa perfumada te traz..
hoje desde essa terra de mihas entranhas,
feliz chamamos teu nome NINFA DUARTE sempre estás !


* asunceña = Natural de Assunção, Paraguai

Marcelo Romano & Rosenna