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Ámame... musita cerquita mío ese ansiado ¡te
amo!
muy despacito...así...casi imperceptiblemente...
hasta que tus susurros produzcan sensaciones...
y mis palabras broten del silencio
ardientemente...
ámame...dejaré que lo hagas sin concesiones...
te acunaré en mis brazos como a un niño,
beberás de mis labios la miel eterna
que brota apenas con esbozar tu nombre...
Ámame... cuando el crepúsculo se ahogue
desapareciendo en la profundidad del mar,
y mi desnudo cuerpo mecido por las olas..
empapado de deseo te busque...para amar...
Ámame...en días estivales o en noches de
invierno...
cuando mis manos acaricien tu cuerpo
estremecido,
cuando el dorado del amanecer barra con la
bruma,
y las mieles del rocío se diluyan por los
prados.
Ámame... dejemos agonizar esas agujas de
relojes...
que nos tiranizan marcándonos espacios y
tiempos...
Tan solo ámame!...tómate tu tiempo...
detente en tu camino...y ámame...¡libremente!...
Português

Ama-me... musita pertinho meu esse ansiado te
amo!
muito devagarinho...assim...quase
imperceptivelmente ...
até que teus sussurros produzam sensações...
e minhas palavras brotem do silêncio
ardentemente...
Ama-me...deixarei que o faças sem concessões...
te embalarei nos meus braços como uma criança,
beberás de meus lábios a mel eterna
que brota apenas com esboçar teu nome...
Ama-me...quando o crepúsculo se afogue
desaparecendo na profundeza do mar,
e meu desnudo corpo embalado pelas ondas...
empapado de desejo te procure...para amar...
Ama-me...em dias estivais ou em noites de
inverno...
quando minhas maõs acariciem teu corpo
estremecido,
quando o dourado do amanhecer varra com a bruma,
e as méis do orvalho diluam-se pelos prados.
Ama-me... deixemos agonizar essas agulhas de
relógios...
que nos tiranizam marcando-nos espaços e
tempos...
Tão só ama-me!...tóma-te teu tempo...
detém-te no teu caminho...e ama-me...livremente!...







 
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